segunda-feira, 25 de abril de 2011

E se...

E se o 25 de Abril de 74 não tivesse sido "a revolução dos cravos" mas sim a revolução dos salazares (ou das margaridas, ou das rosas, ou ...)?


Será que tínhamos hoje um Portugal livre da escravatura dos Boy's, do clientelismo, dos "tachos" e da corrupção?

Estaríamos nós livres desta classe política sem escrúpulos e sem valores?

Teríamos nós, Portugueses, uma Liberdade verdadeiramente LIVRE?

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Apanhei-te, ladrão de luvas.



Este melro foi apanhado a roubar-me uma luva.


Existem por aí tantos "outros melros" a "roubar" outras luvas, mas parece que a esses ninguém os quer apanhar!



São "melros" mais importantes...

quarta-feira, 23 de março de 2011

Onde estavam todos esses Ex.?


Nestes novos tempos e novos desafios para Portugal e para os portugueses, e agora que se vai sabendo algumas coisas que até aqui se escondia e camuflava, não falta quem opine, quem dê conselhos, quem seja patriota!


De todos os lados aparecem os senhores Ex. ... São os Ex. isto, os Ex. aquilo... São todos senhores importantes.

Agora todos dizem que têm estado atentos, que têm seguido de perto os problemas e os interesses de Portugal.

Todos eles dizem que cabe agora a todas as forças políticas e a todas as instituições democráticas ceder um pouco, serem flexíveis e serem tolerantes em prol da estabilidade política e em prol imagem de Portugal perante os mercados financeiros, perante os parceiros europeus e perante o mundo.


Mas o povo (e eu também sou povo...), que não é tão parvo como eles julgam, pergunta:

Onde andarem esses Srs. Ex. até agora?

Porque não falaram antes?

Porque estiveram calados a verem Portugal chegar ao pior das tangas e dos pântanos?

Estiveram eles a hibernar ou era conveniente manterem-se calados?

Agora já não havia mais vida para além do défice?


Tem de haver cortes e sacrifícios para todos, menos no que a eles diz respeito.

Até aqui só pensaram neles.

Mas... E o povo, pá?

quarta-feira, 2 de março de 2011

Fitas a mais



Já sabemos que anda por ai muita gente a fazer fitas, mas agora não é disso que se trata.
Neste caso trata-se mesmo de fitas verdadeiras.

Até reconheço que são ajuda na sinalização e na orientação dos praticantes de diversas actividades desportivas e de recreio, mas será que este exemplo serve de orientação a alguém?
Numa pequena árvore, (algures pelos montes entre Fragoso, Tregosa, Quintiães, etc.) estão prezas esta catrefada de fitas. Sem contar umas quantas que entretanto se soltaram e que andam espalhadas pelo chão e com as garrafas de água.
Será que quem as coloca não deveria ter a obrigação de as retirar algum tempo depois?
Acho que é uma vergonha para quem organiza, mas também para as marcas patrocinadoras.
Talves os patrocinadores tenham que começar a cortar nos apoios para aqueles que não limpem o que sujam.
Provavelmente a sensibilização tenha que passar por aí, já que outras campanhas parecem não dar frutos.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Educados e compreensivos até ao fim!


Em Maio de 2010 dizia eu que os transeuntes eram educados e compreensivos pois, apesar de não existir o caixote para o lixo, colocavam o dito lixo na base que ainda restava. E continuaram a ser respeitadores; raramente se via lixo no chão.

Esses dias chegaram ao fim.

Finalmente existe um novo caixote para o lixo. Todo catita!
Finalmente alguém se deu conta da lacuna que teimava em pôr á prova a cidadania de quem por lá passava.

Esperemos que o provérbio "O hábito faz o monge" não se aplique aqui, caso contrário vão continuar a pôr o lixo em cima em vêz de o colocar dentro!


A ver vamos!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Falta de brio ou esquecimento?



Nem com Modelo por perto ficou tudo certo!

Abertura de portas, há menos de um mês, com muita pompa e circunstância após meses de obras, buracos, máquinas, ruído, grandes constrangimentos para moradores e transeuntes! E... mesmo ao lado, do lado de lá da ponte, um pedaço de estrada que é uma vergonha! Não mais de 30m com um piso indigno de uma via como aquela!

Não estarei errado ao afirmar que a junta de freguesia (e a câmara) negociou com a Sonae determinadas obras para o lado poente da freguesia. E para o lado Nascente, nomeadamente este pedaço de "falta de piso", não há nada? Foi esquecimento, desleixo ou foi mau "negócio"?
Até parece discriminatório!
As boas-vindas á freguesia de Vila Frescainha S. Pedro são muito más!

Certo é que, a meu ver, nenhum dos intervenientes ficou bem na fotografia!

Seria caso para dizer: "Worten" atrás e arranjem este pedaço; esta vergonha! Mas, já agora, que fique melhor do que o restante, que brevemente está pior que este! O Alcatrão usado deve ser de muito má qualidade: já está a desfazer-se e a deixar a estrada cheia de buracos!

Lá diz o provérbio: Depressa e bem há pouco quem!
Digo eu (também)...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

CTT - Distribuição de correspondência: vai de mal a pior!

Falhas sempre existiram, mas com a crescente utilização das novas tecnologias seria de crer que os serviços prestados pelos CTT, nomeadamente a distribuição de correspondência, funcionassem cada vez melhor. Infelizmente tem acontecido precisamente o oposto. Já nada é o que era! Nem o cavalo...

Todos pensavam (eu incluído) que a tendência natural seria a constante melhoria na qualidade e rapidez dos serviços. Até o governo de António Guterres pensava assim. Em dada altura fez sair uma portaria que alterou a forma de notificação em diversos casos, passando de notificação por carta registada para "notificação simples". Isto inclui vários casos de notificações provenientes do tribunal! Estavam convencidos que o serviço dos CTT não falhava!

Apesar das constantes actualizações do código postal, chegando ao cúmulo de existir quase um código postal para cada rua, continuamos a ver correio que é devolvido ou entregue na caixa errada. Se durante muitos anos os carteiros conseguiam fazer a distribuição e encontrar o destinatários num universo bastante grande e cujo endereço era apenas o lugar e a freguesia, agora com rua, freguesia, os 7 dígitos do código postal, já não entregam e devolvem ao remetente com indicação de "desconhecido/endereço insuficiente" Isto só pelo facto de, por exemplo, não ter o numero de porta. Se fosse numa cidade ainda se poderia compreender, agora nas aldeias??? Seria caso para dizer que"Já não há carteiros como dantes!"

Além disso existem outros casos para os quais não consigo encontrar uma explicação lógica. A saber:

- Porque é que uma carta de "Correio Azul", serviço apresentado no site dos CTT como "... um serviço de correio rápido para correspondência até 2kg, prioritário em todas as fases do seu percurso, desde a expedição até à distribuição." com carimbo do balcão de Barcelos de uma segunda-feira só é colocado na caixa do destinatário, em Creixomil, na sexta-feira? Onde está a rapidez e a prioridade? Tratava-se da alteração da data de uma consulta no Hospital Santa Maria Maior. Com "tanta" prioridade e rapidez lá se foi a consulta! E..., isto é importante, o carteiro passa, forçosamente, todos os dias em frente á caixa de correio!

- Porque é que passamos 5 ou 6 dias sem receber nada na caixa de correio e de repente a caixa ficha atulhada de correspondência? E as datas e prazos de alguma da correspondência? Nada disso interessa?

- Porque é que continua a ser colocada na caixa de correio correspondência dirigida a alguém que nada tem a ver com os nomes, endereço, e código postal do local onde é deixada? Será distracção?...

- E porque carga de água é que insistem no erro, como é o caso de um aviso de recepção que, teimosamente, apareceu 3 vezes na minha caixa de correio e 3 vezes tive que ir ao balcão para o devolver?

- E porque é que aparece nos apartados correspondência sem qualquer menção ao apartado e com endereço do destinatário correctíssimo e completo? A culpa será dos estagiários que são colocados a fazer a separação da correspondência?

Agora pergunto: temos nós obrigação de ir ao balcão para, sistematicamente, entregar correspondente que não nos pertence, quando a causa da falha não somos nós, mas sim a entidade que é paga para prestar esse serviço? Um serviço público que deveria ser de qualidade!

Mais... porque será que os CTT não têm na sua página na internet um local onde se possa fazer uma reclamação ou uma sugestão?

Com um serviço cada vez menos fiável, como pode alguém garantir que uma qualquer "notificação simples" oriunda de um qualquer serviço público, nos é entregue a tempo e horas? Que defesa temos nós quando um determinado dia tivermos que argumentar que já recebemos a correspondência fora de prazo ou simplesmente não a recebemos? (porque foi deixada numa qualquer caixa, cujo proprietário não se deu ao trabalho de se deslocar ao balcão dos CTT para a devolver). Eu guardo cópias dessa correspondência erradamente deixada no meu domicílio para poder, de alguma forma, "fazer prova" da falta de "credibilidade" dos serviços dos CTT, mas não sei se servirá de alguma coisa!

Julgo que todos nós temos de começar a apresentar as nossas queixas junto de entidades como a DECO para ver se conseguimos melhorar o funcionamento de um serviço público nacional de extrema importância e que não deveria ser gerido numa óptica puramente economicista!

Digo eu, claro!