segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Galo "depenado"


Diz a sabedoria popular que "O que nasce torto, tarde ou nunca se endireita".

Talvez seja o caso deste galo... que parece que deu galo!

Nunca fui a favor deste galo aqui, na principal entrada da cidade! Não pela "obra de arte" em si, nem pelo design escolhido pelo autor, embora parece mais uma imitação do símbolo da conhecida marca "le coq sportif".
Estaria bem noutro local qualquer. Mas não aqui! Muito menos quando se apregoou que era uma homenagem ao artesanato e aos artesãos de Barcelos!
Não creio que isso tenha alguma coisa a ver com artesanato!

Bem, adiante...
Como se pode conceber que uma peça destas, que ainda não estava no poleiro e já tinha sido decapitada (ou seja... foi para o poleiro já com remendos), e que nem um ano tem, e já esteja depenado?
Perdão... queria dizer, sem tinta!
Uma peça de 67 mil euros não pode ficar neste estado um mês após a inauguração.
Simplesmente não pode!





Sim, um mês!
Quem por aqui passa, e vai estando atento, sabe bem o estado em que o galo está, há muito tempo.
Será que a tinta era falsificada?
Os mais distraídos irão dizer que é uma situação recentemente. Mas não é!
Muito pouco tempo depois de estar no poleiro, já a cauda do dito cujo estava a "perder as penas".
Vê-se nesta foto é do dia 31/12/2017.


Agora a pergunta que se impões:
Quem vai pagar a factura?
O construtor vai dar garantia do serviço e assumir os custos?
Ou vão ser os Barcelenses, mais uma vez, a arcar com as despesas?

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

O Poleiro




Dizem que é um poleiro.
E, se é um poleiro, então é para permitir o poiso de uma ave. 
Como estamos em Barcelos, só pode ser para o poiso do galo!

Segundo se diz por aí "nos corredores da informação não oficial" (porque nos oficiais pouco ou nada se fala sobre o assunto), este é um poleiro de 82.000 euros!
82.000 euros por um poleiro? Será um feito de ouro?

Qual será o valor do galo?
Até nisso somos "maiores": vamos ter o Poleiro mais caro que se conhece. E com um valor muito acima do limite legal para ajuste directo!

Uma coisa é certa: vamos ter de aprender um novo nome: "A rotunda do Poleiro".

Mais 82 mil para engrossar a nossa dívida?
É preciso ter galo!

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

À rasca!

Mais de um ano depois, a pasquinada está de volta.

Na verdade... temas nunca faltaram, mas a paciência às vezes esgota-se!

Obrigado a todos aqueles que espreitam de quando em vez  à espera de novidades!

Para (re)começar:
Já sabemos (e todos nós sabemos) que os serviços públicos apertam connosco e nos deixam à rasca; Por este ou aquele motivo... ou mesmo sem motivo nenhum!

Agora o que não está correcto é que nos apertem quando estamos mesmo à rasca... para ir à casa de banho!
Isto não é longe, não. É mesmo na Segurança Social de Barcelos.

Será que ninguém vê isto?
Que raio de banco haviam de ali colocar, que tapa metade, da já estreita, porta de entrada para a casa de banho. Mas havia mesmo necessidade disto? Faz algum sentido?

E uma pessoa que seja mais "larguinha"?
E... uma pessoa com mobilidade reduzida ou em cadeira de rodas... que faz? Alguém lhe leva um urinol ou uma aparadeira?


Já que nos levam as contribuições e nos obrigam a longas horas de espera, ao menos deixem-nos passar para ir fazer um xixi.
Não nos apertem mais do que já estamos!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Prioridades VS Prioridades


A "bandeira" branca fará parte dos preparativos para a inauguração?


Provavelmente nunca irei conseguir entender certas prioridades; Principalmente estas prioridades!


Primeiro as rotundas, agora os postes de iluminação. Que virá a seguir?


Será isto prioritário? Não haverá necessidades, muito mais importantes que estas, na cidade e nas freguesias do concelho?




sábado, 14 de março de 2015

... no chão!

Uns atiram a toalha ao chão.
Outros atiram a bandeira...




Tantos meses neste estado... lamentável!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

(In) Segurança "trifásica"



Podia ser numa qualquer rua perto de si, mas neste caso é na vila de Castro Laboreiro.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Não. Não é uma quintarola privada de ninguém!


Não tenho presente na minha mente os tempos de ditadura pelos quais Portugal já passou.
Tenho, no entanto, um conhecimento empírico que advém daquilo que fui lendo da história de Portugal no passado recente.

E porquê falar disso tantos anos depois? Simples… porque tem-se vivido e está-se a viver, por estas bandas, episódios muito parecidos com os do período pré 25 de Abril!

Situações de “perseguição” em que certas e determinadas pessoas são seguidas, espiadas e controladas.

Graças a uma “teia” de informadores (mais ou menos infiltrados), o “chefe” vai sabendo de tudo e vai tentando controlar tudo e todos; Onde esteve, com quem esteve, o que estava a fazer…
Faz-se pressão, de forma absurda, para descobrir, a todo o custo, todos os pormenores. Tudo ao jeito e estilo da PIDE na sua melhor faceta de “aniquilação de toda e qualquer oposição ao estado novo” (adaptado aos tempos modernos, naturalmente)!

Quando não se descobre, inventa-se. Atiram-se acusações e calúnias para a ribalta numa tentativa de confundir a opinião pública e ao mesmo tempo deixando “alguém” imune a esta poeira criada pela PIDE do presente: os BOYS!
Fica assim (ele) limpo de tudo, mesmo daquilo que é responsabilidade sua, porque é sempre “o outro ou os outros” que se portaram mal e que ficam com as culpas.

Existe um clima de medo! Medo de represálias, medo de vinganças, medo de atitudes acorbardadas!
Um medo que todos sentem, que alguns comentam à boca pequena, mas um medo de que poucos, muito poucos ousam falar abertamente.

Um clima de medo que condicionou antes e condiciona agora as acções de determinadas pessoas. Viu-se!

Tenho esperança que o “desmembramento” da teia de informadores seja benéfica e que seja inibidora de acções de maldade, retaliação e vingança.

Fica, no entanto, uma certeza: aconteça o que acontecer, “isto” ainda não é, nem nunca vai ser uma quintarola privada, de quem quer que seja, e onde “o chefe” pode fazer tudo aquilo que quer e lhe apetece!


* Adelino Silva