segunda-feira, 4 de julho de 2011

Rio Âncora - Serra d'Arga

Este Domingo fui, com o meu amigo Sérgio Esteves, à Serra d'Arga para tentar ver e fazer uns registos fotográficos do Melro d'água - um habitual "habitante" dos cursos de água límpida, sem poluição e afastados dos humanos. Foi, sem dúvida, um bom passeio!
Não vimos o Melro d'água, que era o que queríamos ver, mas vimos o que não queríamos: embalagens de água, leite achocolatado, sumos, etc.
É pena ver isto num local remoto e que parece quase paradisíaco.
Será que os sacos e/ou mochilas que os levaram não os podem trazer de volta até ao caixote de lixo mais próximo, ou quem os deixou lá está convencido que existe serviço de limpeza e recolha de lixo?
A continuar assim, dentro de alguns anos vamos deixar de ter águas límpidas e por consequência deixamos de ter o Melro d'água! 
Vamos todos pensar nisso!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Olha que coisa estranha...


terça-feira, 28 de junho de 2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Abrigo? Nem por isso!

Lindo, bem construído e esteticamente quase perfeito. Sem dúvida! Nisso estamos de acordo.
Parabéns ao autor ou autores do design e construção.

Mas quanto à sua função e objectivo, a minha opinião já não é bem a mesma.
Pretende-se que seja um abrigo, não?
Ora, segundo o dicionário de língua Portuguesa um abrigo deve ser:

  • acto ou efeito de abrigar
  • lugar defendido das intempéries
  • resguardo contra o frio
  • asiloguaridarefúgio
  • apoio, amparo

Sim sem dúvida que um abrigo dever ser isso. Todos temos essa noção! (Bem... ao que parece nem todos!)
Neste caso e tendo em conta o local e orientação, o referido objecto não passa de uma linda obra e vai ser tudo menos um abrigoDigo eu...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mudança de junta ou só de instalações?



Olha... mudaram a Junta de Freguesia para outro local e não avisaram ninguém! 
Também mudaram a sede de junta?

Se for assim, (e aver pelo exemplo) fica aqui o aviso: passou da Rua de Carvalhal, nº 255 para a Rua Padre José Miranda. Falta saber o locar exacto.

Esperam-se mais informações.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Será moda nova... esta dos vira-casacas?

Carlos Emanuel I, duque de Sabóia, com os seus actos de alianças ora com França, ora com Espanha, de acordo com as conveniências do momento e também devido à sua famosa casaca vermelha de um lado e branca do outro, deu origem à expressão "vira-casaca".
Mesmo sem recurso a essa casaca tão especial, continuamos a ter nos nossos tempos muitos "vira-casaca". Isso todos sabem e já poucos ficam "chocados". Alguns até nos passam despercebidos. No entanto existem alguns casos que chamam mais à atenção.
Vejam este exemplo recente e espantem-se (ou talvez não):
Um militante Social Democrata (PSD) e presidente de uma junta de freguesia, eleito pelo PSD participou, de forma muito animada, na arruada do PS aquando da vinda de José Sócrates a Barcelos. 
Mostrar de forma clara  o seu apoio ao PS e ao Sócrates era tão importante que até se passeou pelas ruas da cidade empunhando a sua bandeira.
Muito bem! Assim fica bem definido o seu inequívoco apoio para com o PS e para o Sócrates.
Mas... será que fez o mesmo na visita de Passos Coelho?

sábado, 14 de maio de 2011

Uns palavrões vêm mesmo a calhar!

Neste dias em que o lobo quer ser cordeiro;
Em que se promete fazer o que desfez e o que não se fez em 6 anos;
Em que se nega o que é evidente e que todos sabem;
Em que desmente o que o próprio disse dias antes;
Em que se quer fazer aquilo que já não adianta fazer, nem sequer pode ser feito;
Em que todos são culpados, MENOS ELE... (que até se enganava a si próprio!);
Em que o povo parece estar parvo, ... mas parvo é que ele não é!

Bem..., nestes dias assim é que sabe bem dizer uns quantos palavrões. (Já para não falar na m***a do acordo ortográfico!)

Deixo aqui um ex-líbris nesta matéria. Gosto de palavrões! O vídeo não é bom, o áudio é ainda pior..., mas dá para deixar sair esta raiva que nos mói por dentro!
Trata-se de um filme que vi pela primeira vez no blog Jonasnuts (vale uma visita de quando em vez) em que Miguel Guilherme interpreta um texto de Miguel Esteves Cardoso e de outros autores.
Vale mesmo a pena escutar com atenção.
Relaxa. Digo eu...